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sábado, 21 de janeiro de 2012

#IMAGINEBELIEBER - Cap. 2 #BIGGER

                               
Eu comecei a gritar, enquanto ele tentava tirar minha blusa e me beijar e dizia:
- Você é minha, haha, você é minha.
Eu gritava, quando vi que Justin tinha visto. Só ouvi a porta dele batendo e ele correndo. Depois de uns 2 minutos ele chegou e falou:
- Que isso Pedro, sai de cima dela.
Ele pegou e puxou ele de cima de mim e falou:
- Qual foi cara, o que deu em você?
- Nada, ela quer terminar comigo. E na boa, eu sempre soube que você gostava dela, quer saber? faça bom proveito dessa vadia, eu apertei as coxas dele, ela não é gostosa.
Eu estava sentada na cama chorando, e com dor nos braços. Justin foi até mim, agaixou e disse:
- Cindy, Cindy? Não chore tá? Eu estou aqui, tá tudo bem.
- Calma Justin? Ele me agarrou, me chamou de vadia, e por um tempo dizia que me amava.
- Se acalma ok, ele não vai fazer mais nada com você.
- O que me dá mais raiva, é que eu o ama.
- O ama? tem certeza?
- Sim, eu amo ele. Se não amasse não faria o que eu faço por ele. Eu terminei porque não estava dando certo.
- É, eu sempre disse isso a você.
- É mais..
Sua voz não sai, e Justin te abraça e diz:
- Calma!
- Calma? Ele vai fazer algo, eu o conheço.
- Não vai fazer nada, eu estou aqui Cindy, ainda não entendeu?
Justin falou isso com um ar de que iria me proteger de tudo. Ele me abraçou e disse no meu ouvido:
- Eu te amo!
Quando ele disse isso, eu me choquei completamente. Sai dos seus braços cheirosos e disse:
- O que?
Eu sabia o que ele tinha dito, precisava ouvir de novo.
- Eu te amo, quer que eu soletre?
- Você me ama, eu também te amo irmão.
Ele deu um sorrisinho de lado e eu falei:
- O que foi?
- Não, nada.
- Fala.
- Nada não Cindy. Então eu posso ir para casa?
- Não, me fala o que houve.
- NADA! Não houve nada!
- Ah sim, ok. Vou te levar na porta.
Descemos e na porta eu perguntei novamente.
- Você tem certeza, de que não aconteceu nada?

- Absoluta.
E saiu, descendo as escadas da frente da minha casa, fez um coração e eu sorri com o rosto na porta e fechei ela. Fui pro meu quarto, com dúvidas sobre a reação do Justin, que estranho isso, estranho demais. Mas, se ele gostar de mim? Eu sei lá, acho que já senti um certo tipo de  "atração" por ele, mas nada de amar. Acho que.. Ai, na verdade, eu não acho nada. Deixa rolar! Quando deu 18h54 o  Pedro me ligou:
- Alô? Pedro?
- Oi, Cindy, me desculpa.. Eu fui impulsivo, eu queria que agente conversasse ok.
- Ah, tudo bem. Ok, quando?
- Agorinha, lá no beco.
- Ah..
- Vamos logo, não vou fazer nada.
- Ok!
Tomei banho e vesti isso:

Esperei o Pedro, ele chegou com uma charrete, e eu fui até ele e entrei no carro. Ele revirou o carro e não foi para o caminho certo e eu disse:
- O está fazendo Pedro..
- Indo pro beco ué..
- Pedro, você vai bateeer!
Eu fui pra cima do volante e ele me empurrava, quando abri a porta e ele caiu. Sentei no volante e quase bati num cavalo desviei, e eu estava perdida! Perambulei, perambulei, e achei minha rua. A primeira casa, eu chorava muito era a do Justin. Quando ele saiu de casa e eu gritei:
- Justiiiiiiiiiin *gritando* *chorando*


- O que foi o que aconteceu?
- O Pedro.
- Ele..
- Se acalma, vamos subir.
Eu subi e ele foi para a cozinha pegar um copo d'água. Sentei na cama dele e esperei ele chegar.
- Toma bebe, agora me explica. O que que aconteceu?
- Ele me ligou, e pediu para conversar num beco ali.. A burra foi!
- Burra mesmo.
- Obrigada Justin.
- Você também.. Você viu o que ele fez? ele poderia fazer, e bem pior.
- Ok, não estou aqui para receber lição de moral, da licença.
Quando eu levantei, Justin levantou também. E caímos na cama dele.

Ele ficou me olhando, e eu perguntei:
- O que foi?
- Sua boca..
- O que que tem ela..?
- É linda.
- Ih, sai Justin.
- Espera. *segura*
- Lembra aquela coisa que você me perguntava? Então.
- Fala logo.
- Eu te amo, e eu sempre te amei.
- Ai Justin.. Eu também te amo né, nós somos apenas amigos.
Ele abaixou a cabeça e eu disse:
- Né?
- Aham é si..
a voz dele falhou, e eu percebia que ele estava com algo.
- O que foi Justin??
- Nada Cindy, esquece isso. Vou te levar em casa!
- Então, quer fazer alguma coisa hoje?
- Tipo o que Cindy?
- Shopping.
- Ok, eu vou. Que horas?
- São 19h44
- 20h30 nós vamos.
- Ok.
Descemos as escadas, e ele me levou em casa.
- Tchau.
- Tchau.
Ele falou num tom frio, e foi para casa. Eu subi para me arrumar. Tomei banho e vesti isso:

E liguei pro Justin:
- To pronta.
- Ok.
Com o mesmo ar frio, parecia que ele não queria ir. Mas, eu queria ir. Depois de uns 20 minutos ele chegou.
- Demorou.
- Hm.. aham!
- O que foi Justin?
- Nada Cindy, sismou com isso.
- Você que está de palhaçada, o que eu fiz para você está desse jeito? Meu dia foi legar? meu dia foi bom? Não foi, e você sabe disso!
- Eu não tenho culpa de você ter escolhido tão mal um namorado.
- Qual seria então, o "melhor" namorado?
- Esquece Cindy, entra logo no carro.
Eu entrei e eu fui emburrada até chegar lá. Chegamos lá paramos em frente a porta do shopping e ele me perguntou:
- O que quer fazer?
- Não sei.
- Fala logo, para de graça.
- Eu não sei.
- Então nós vimos aqui por nada.
- Eu pensei que eu ia me divertir com o meu melhor amigo, só achava né.
- O que foi? agora a culpa é minha?
- Não te culpei de nada.
- Ok, vamos, sei lá.. Comer!
- Vamos, vamos.
Saímos de lá, e fomos para o Mc donald's ele me perguntou:
- O que quer?
- Qualquer porcaria.
- Tá tá, vai pegar uma mesa.
- Ok.
Justin nunca falou tão sério comigo, parecia que estava chateado.. Nossa, mas é claro né! Foi a única vez que ele falou comigo me pedindo alguma coisa sem me chamar de "idiota" ou de "chata" estava acontecendo alguma coisa, mas, eu ainda não entendi porque ele ainda não me falou. Depois de 10 minutos, ele chegou com o meu lanche. Comemos quietos, quando acabamos de comer, um menino do outro lado me chamou, eu apontei pra mim e sussurei:
- Eu?
- Sim. *chama*

Eu fui até ele e ele foi no meu ouvido e colocando as mãos nas minhas costas:
- Vem aqui vem.
Ele me levou pra fora do mc donald's e do lado do banheiro que ficava do outro lado. Se encostou na parede e me puxou e começou a falar no meu ouvido:
- Você é linda sabia. *cheira* cheirosa *passa a mão* gostos..
- Epa! Tira a mão de mim, e o que você quer?
- Eu quero ficar com você.
- Eu tenho namorado, desculpa.
- Aquele mauricinho de lá?
- Nã.. Quer dizer.. sim, é ele.
- Ele parece não se importar por você está assim comigo, ele tá indo embora.
Quando eu vi Justin tava passando lá do outro lado, parecia triste. Eu tentei me soltar mas ele era forte e comecei a gritar:
- Socorro, Justin, socorro.
Justin tinha sumido, eu comecei a chorar e a pedir para ele me soltar e falar que ele não foi a primeira pessoa a me agarrar hoje e tal. Ele não me soltava de jeito nenhum. Quando eu apontei e disse:
- Olha, a Pitty.
Ele olhou e eu sai correndo, corria demais. Quando fui no estacionamento, ele não estava mais lá. Eu fui pra a parede, e não tinha rumo. Como eu ia para casa, sem dinheiro, só com o celular. Mas, descarregado. Eu estava perdida. Quando vi o Justin no fim do corredor. Corri até ele, quando cheguei nele falei:
- Qual é o seu problema?
- Eu fui.. deixa o carro lá fora, você tava com o seu amigo lá.
- Ele não é meu amigo.
- Ah, eu acho que aqui é um bom lugar.
- Para que?
- Cindy, dês de quando agente se conheceu eu queria coisas a mais, você lembra? dia 18 de maio de 2004 eu com 10 e você com 9! Foi tudo perfeito.. Eu pensava que eu ia ser seu namorado, marido, tudo. Mas, eu só consegui amizade com você. Eu quero que saiba que eu sempre te amei, por mais que você nunca..
Eu o interrompi com um beijo!


Estão gostando? :) Então povo, vou começar a pedir comentários depois, não agora.. Estamos apenas começando. Fui - Vih.

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